Dra. Rafaela Rezende integra equipe de neurocirurgiões do Inao

03/05/2018

Médica é especialista em neurocirurgia funcional, que trata distúrbios do movimento e dor crônica

 

 

A dor crônica e os distúrbios do movimento não têm cura, mas têm tratamento. É exatamente esta a especialidade da Dra. Rafaela Rezende, especialista em Neurocirurgia Geral e Funcional, que acaba de chegar a Porto Velho para integrar a equipe de cirurgia do Instituto de Neurocirurgia e Neurologia da Amazônia Ocidental – INAO.

 

Com residência no Hospital Antônio Cândido Camargo, de São Paulo, coordenado pelo Neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Junior, referência no tratamento da dor, a médica vai reforçar a equipe do INAO no tratamento dos distúrbios do movimento e as dores crônicas.

 

Dra. Rafaela explica que os distúrbios do movimento são todas as doenças que provocam movimentos anormais, como por exemplo a doença de Parkinson e as distonias, quando o paciente tem movimento involuntário dos músculos, sem controle. “Claro que não são todos os pacientes que se beneficiam da cirurgia.

 

No caso do Parkinson são apenas 10%. Mas o tratamento cirúrgico, quando bem recomendado, melhora em muito a qualidade de vida dos pacientes”, reconhece a médica.

 

De acordo com a Dra. Rafaela, as cirurgias podem ser ablativas, quando é introduzido um eletrodo no corpo do paciente, que queima o nervo associado ao problema, e depois retirado. Ou podem ser com a colocação de um eletrodo fixo, ligado a um aparelho parecido com um marcapasso que fica sob a pele do paciente.

 

“Com esse aparelho, o médico pode ir controlando e dosando o estímulo de acordo com a necessidade do paciente, porque essas doenças não têm cura; elas são progressivas. Então, não se trata de um milagre, mas a cirurgia melhora muito alguns sintomas”, garante.

 

Outro tipo de paciente comumente tratado com neurocirurgias funcionais são os acometidos de dor crônica, uma doença debilitante com consequências nefastas para a condição física e psicológica dos pacientes. Assim como diabetes e pressão alta, não há cura para dor crônica, mas há tratamento.

 

“Pacientes com câncer são bastante beneficiados pelas neurocirurgias funcionais para reduzir as dores causadas pela doença, garantindo uma qualidade de vida. No câncer de Pâncreas, por exemplo, em que o paciente tem muita dor no abdômen, nós inserimos um eletrodo que queima o nervo que transmite a informação da dor para o cérebro. Isso não trata a doença, mas melhora a qualidade de vida do paciente”, explica a médica.

 

Os casos de problemas na coluna também são comumente geradores de dores crônicas, como por exemplo a hérnia de disco, quando o paciente foi operado e continua com dor. Nesses casos, também pode ser realizada uma neurocirurgia funcional para tratar especificamente da dor.

 

“A dor não era uma área muito estudada na medicina, mas hoje é um campo que tem evoluído e conseguido oferecer algumas alternativas. A dor crônica altera o DNA da célula nervosa, fazendo com que aquele neurônio entenda que o normal é a dor, perpetuando o quadro crônico do paciente. Uma situação complexa, que você não consegue reverter. Então, o que fazemos na cirurgia é quebrar o ciclo de informação de dor”, conclui a médica.

 

Para agendar consultas com Dra. Rafaela Rezende, basta entrar em contato com a Clínica INAO, pelos telefones(69) 3221-8130 ou 99940-4871.

 

 

 

 

 

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