Dr. Valmor Patrício vai palestrar em congresso de Norte e Nordeste de Ortopedia

Ortopedista do INAO falará sobre Escoliose Degenerativa, que atinge pacientes idosos

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia convidou Dr. Valmor Patrício para ser palestrante do XVIII Congresso Norte e Nordeste de Ortopedia e Traumatologia, que acontecerá entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, no Hotel Ritz, em Maceió – AL.

O ortopedista do INAO é especialista em cirurgias de coluna, e falará sobre Escoliose Degenerativa, um mal que atinge principalmente pessoas acima de 50 anos.

“A coluna de algumas pessoas à medida que vão envelhecendo, começa a entortar. Muitas vezes não se sabe a causa, mas à medida que ela vai entortando, vai desgastando mais um lado da coluna do que o outro, e se torna um círculo vicioso: quanto mais desgasta, mais entorta; e à medida que entorta, vai comprimindo os órgãos do abdome”, explica o médico.

O tratamento para a escoliose quase sempre é cirúrgico, sendo a coluna recolocada na posição correta e conectada com parafusos e hastes, que impedem a evolução da deformidade, mas ficam instaladas para sempre no paciente.

“O que a gente faz durante o ato cirúrgico é cortar a coluna, ‘quebrar’ ela inteira e endireitar. Quando é uma alteração leve, a gente faz fortalecimento muscular, alongamento. Mas nas deformidades graves, o tratamento é sempre cirúrgico”, diz Dr. Valmor.

E o médico é sincero: são procedimentos que doem bastante, e em idosos a recuperação é bem lenta e gradual. No entanto, para quem vive com escoliose grave, o tratamento representa um ganho enorme na qualidade de vida.

“Ninguém que faz uma cirurgia dessas de coluna fica 100%, porque os parafusos e placas restringem o movimento, causando um pouco de dor e incômodo. Mas a grande maioria dos pacientes avalia que valeu a pena ter operado”, garante.

Este mesmo tratamento é feito também em pacientes jovens, que apresentam escoliose. Em crianças, geralmente acomete meninas, em idade pré-menstrual. “Mas é uma cirurgia muito mais fácil, porque os ossos são mais flexíveis e não é necessário fazer tantos cortes na coluna. A recuperação também é bem mais rápida, com muito menos dor”.

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