Equipe do INAO realiza com sucesso cirurgia em coluna para tratamento de espondilolistese

14/02/2020

 

A equipe de coluna do Instituto de Neurocirurgia e Neurologia da Amazônia Ocidental – INAO realizou com sucesso a cirurgia de espondilolistese via abdominal. 

 

 

A equipe de coluna da Ortopedia e de Neurocirurgia do Instituto de Neurocirurgia e Neurologia da Amazônia Ocidental – INAO realizou com sucesso, a cirurgia para tratamento da espondilolistese via abdominal através da técnica ALIF (Que é um calço colocado entre as vértebras), comandada pelo cirurgião de coluna Dr. Valmor Artur Patrício Junior. 
A paciente Ivaneide Queiroz Ramos, 49 anos apresentava problemas de coluna há 21 anos, fazendo tratamento clínico há 15, com o passar dos anos os problemas começaram a se agravar, com fortes dores intensas na região da coluna, dores nas pernas, formigamento, dificultando inclusive, a locomoção e as atividades rotineiras como: agachar, andar. “Depois da cirurgia, mesmo ainda recente sou outra mulher, não sinto mais dores, consigo andar normalmente, consigo fazer minhas atividades que não fazia, tive uma boa recuperação, só tenho agradecer a toda equipe do INAO, em especial ao Dr. Valmor, que foi quem fez a cirurgia, agora é seguir as recomendações médicas”, destacou Ivaneide Ramos. 
 Após avaliação pós-operatório a equipe do Dr. Valmor Patrício do INAO, concluiu que a cirurgia de alta complexidade foi bem sucedida, a paciente com um dia depois do procedimento já teve alta, caminhando e com menos dores. “A cirurgia feita via abdominal, tem um grau de recuperação muito mais rápida, que a feita pelas costas porque praticamente não se corta músculos, é realizada entre os músculos, essa paciente com um dia de operada já foi pra casa, caminhando e com menos dores, se caso tivesse sido feita pelas costas a recuperação seria mais lenta. É uma técnica nova, utilizada nos Estados Unidos e Europa, no Brasil está aumentando a quantidade de indicações dessa técnica”, destacou o cirurgião em coluna Dr. Valmor Patrício. 
A espondilolistese é uma doença ortopédica que significa o escorregamento de vértebra e acontece quando um ou mais dos elementos responsáveis pelo encaixe (estabilidade) entre as vértebras não estão funcionado corretamente. O problema afeta também o canal medular, que começa a ficar progressivamente mais estreito e com o grave risco de compressão da medula. “Sempre tentamos primeiramente o tratamento clínico porém em alguns casos não tento melhora, se faz necessário o procedimento cirúrgico, hoje a técnica mais recente e aceita mundialmente, é a cirurgia feita pelo abdome, onde a gente consegue colocar o osso numa posição muito boa, e fazendo a cirurgia pelas costas  não consegue reduzir o osso de uma forma como se faz via abdominal”, destacou o cirurgião em coluna. 

 


A espondilolistese é comum principalmente nas pessoas abaixo de 40 anos. Existem como causas menos comuns a má formação congênita, lesões destrutivas da coluna (câncer, infecção, etc ), trauma e pós cirurgia de coluna indevidamente realizada. Os tratamentos conservadores são medicações a base de anti-inflamatórios, relaxantes musculares e analgésicos; fisioterapias; RPG; hidroterapia; acupuntura; e reabilitação muscular (musculação, ginástica funcional etc).
Tipos e causas da espondilolistese
Os fatores que causam a espondilolistese definem qual é o seu tipo. Assim, são determinadas seis categorias diferentes. São essas:
•    Degenerativa: geralmente causada por alterações na coluna pelo processo de envelhecimento. Pode ser mais comum em mulheres, normalmente atingindo a região lombar;
•    Ístmica: formada por defeito vertebral ou má formação. Pode aparecer mais em crianças e adolescentes;
•    Traumática: gerada por quedas e acidentes que resultam em fraturas ou traumas na região, levando ao deslizamento das vértebras;
•    Displásica: costuma ocorrer na região lombar, entre as vértebras L5 e S1. Pode ser mais comum em adolescentes e acontece quando os ossos não suportam a força exercida e deslizam;
•    Patológica: mais rara, é resultado de uma doença óssea ou tumor na região.
 Além disso, a espondilolistese ainda é dividida em graus, de acordo com a gravidade do deslizamento. Dessa forma, ela pode ser de Grau I (25%), Grau II (50%), Grau III (75%) ou Grau IV (deslizamento total)

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